OK, não há Grupo da Morte na Copa dos EUA, todas as chaves são da vida. Dito isso, o Brasil é o único que precisa encarar uma seleção top 10 em sua chave, e logo na estreia —mas no regulamento que classifica 8 dos 12 terceiros colocados, um possível derrotado do confronto tem tudo para prosseguir.
Pelo Grupo C, a seleção enfrenta a perigosa equipe do Marrocos, semifinalista em 2022 —melhor resultado de uma seleção africana.
Mas a principal novidade do Brasil está no banco, com o primeiro técnico estrangeiro a comandar a equipe, o professor Carlo Ancelotti —ele é também o “mister” com melhor currículo do Mundial. Só de Champions League, foram cinco.
Marrocos, do lateral Hakimi (que acabou de vencer a Champions com o PSG), chega com um time importado. Nada menos que 19 dos 26 convocados nasceram em outros países, caso do próprio Hakimi, que também tem passaporte espanhol.
Enquanto isso, o Haiti vai ao seu segundo Mundial tentando não ampliar seu recorde negativo —em 1974, perdeu para Polônia por 7 a 0.
Já a Escócia chega com nomes conhecidos para quem acompanha a Premier League, incluindo Robertson, que está negociando com o Tottenham após fazer sucesso durante anos no Liverpool.
Os escoceses se deram bem com a logística: vão jogar as duas primeiras partidas em Boston e fazem apenas uma viagem na primeira fase.
Fonte.:Folha de S.Paulo


