
Um debate entre o historiador, youtuber e pré-candidato a deputado federal Jones Manoel (PSOL) e o vereador recifense Eduardo Moura (Novo), realizado nesta quarta-feira (22), terminou em uma troca de insultos que teve como pano de fundo os crimes do grupo terrorista Hamas.
Moura sacou seu celular e reproduziu o depoimento em inglês de uma das vítimas do grupo, Ilana Gritzewsky. Em entrevista ao the New York Times, a israelense de origem mexicana alegou ter sido vítima de abuso sexual. Com isso, o vereador questionou se Jones defende o estupro de mulheres e bebês.
Em resposta, o youtuber alegou que seu oponente havia recusado tratar do tema na Câmara Municipal do Recife, enquanto insistiu em trazê-lo à ocasião. Sobre a questão, ele condenou Israel, a quem alegou estar praticando um “massacre”, acusando o Exército do país de praticar estupro, prática cuja aceitação popular teria sido “reconhecida por diversas pesquisas”. Apesar de não responder à provocação de Moura, ele firmou seu apoio à “causa palestina”.
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“Eu apoio a emancipação da Palestina do rio ao mar. Eu apoio que se pare a barbárie, o genocídio que Israel está praticando não só contra o povo palestino, mas contra o povo libanês e contra o povo do Irã. Israel é uma besta nazisionista, é um regime de apartheid, um regime racista que é o mais próximo que nós temos do nazismo hoje”, afirmou.
Em resposta, Moura chamou Jones de “lixo humano”, “frouxo” e disse que, apesar da falta de “coragem” em fazer a afirmação taxativa, o historiador defende, sim, o estupro das vítimas do Hamas.
“Você não merece o respeito de ninguém, porque, para mim, quem defende o estupro de mulher é lixo. E sabe o que eu defendo para gente feito você? Pena de morte, porque, para mim, quem defende o estupro de mulher é lixo”, disse.
Fonte. Gazeta do Povo


