Uma das principais vitoriosas com a recomendação da Casa Civil para liberalizar o leilão do Tecon 10, a Maersk disse apoiar a manifestação do órgão da Presidência.
A multinacional dinamarquesa afirma ter defendido essa posição desde o início da modelagem do certame e avalia que a diretriz do governo federal vai ao encontro do que considera essencial para o processo.
A companhia diz defender que o leilão do terminal deve ser conduzido com regras claras, isonômicas e juridicamente seguras. Ela acredita ser esse o caminho para uma disputa baseada em critérios técnicos e para atrair investimentos.
Nesta quinta-feira (7), a Casa Civil mandou à Antaq, a agência reguladora do setor, nota técnica recomendando eliminar restrições para armadores que queiram participar para o leilão, que ainda não tem data para acontecer.
A recomendação representa uma mudança radical na modelagem. Até então, as alternativas eram as sugeridas pela Antaq e pelo TCU.
As duas queriam leilão em duas fases. A Antaq pretendia restringir, na primeira rodada, a participação dos armadores que são donos de terminais em Santos (como a Maersk). O tribunal foi mais longe e sugeria a supressão da possibilidade de qualquer armador fazer oferta.
O Tecon 10, considerado o megaterminal do porto de Santos, prevê investimentos de R$ 6,4 bilhões e a ampliação de até 50% da capacidade de movimentação de contêineres do principal complexo portuário do país.
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Fonte.:Folha de S.Paulo


