5:53 AM
21 de julho de 2026

MasterChef: Ronnie Von, Sandra de Sá e Márcio Mendes vão reforçar o júri

MasterChef: Ronnie Von, Sandra de Sá e Márcio Mendes vão reforçar o júri

PUBLICIDADE


Nesta terça (21), às 22h30, o MasterChef Brasil chega à metade desta temporada, composta por 18 episódios.  O que significa que fica mais acirrada a competição culinária exibida pela Band, com reprise às sextas, às 20h30, pela HBO Max e pelo Discovery Home & Health, além de bombar no canal oficial no YouTube.

O programa ganha tempero musical com os convidados Ronnie Von, Sandra de Sá e Márcio Mendes, do Trio Los Angeles — Tio Ronnie embala brasileiros com suas canções desde os anos 60 (se ainda não ouviu, corra agora para as plataformas e ponha para tocar O Carpinteiro, versão da canção folk If I Were a Carpenter — você certamente vai reconhecer a música, que voltou a circular recentemente na voz de Nattanzinho ao lado do tecladista Elias Monkbel.

A missão é preparar um “banquete vintage” com três receitas salgadas e duas sobremesas. O cardápio da prova reúne sugestões como torta fria, barca de maionese, sagu, cone de doce de leite,  manjar de coco e gelatina colorida. Ou seja, déjà vu culinário dos brabos. Dependendo dos resultados, pobres jurados.

Um grupo de seis cozinheiros amadores, usando aventais brancos, interage em uma cozinha de programa de TV. Uma mulher de cabelo cacheado aponta para a frente, enquanto outra segura um tomate. Uma mesa com toalha xadrez azul e branco exibe pratos decorados com saladas e doces. Ao fundo, prateleiras com eletrodomésticos vermelhos e um logo grande do MasterChef
Equipe azul: pratos que inspiram a primeira prova do game culinário (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)

Os doze remanescentes estarão divididos em dois grupos. E as tretas começam aí. Como é a tradição, a campeã da última prova escolhe quem lidera a equipe oponente. A vitoriosa Jéssica determina que Taís deve comandar o time rival.

Na linha de ataque, a bombeira Jéssica alega que a concorrente ainda não mostrou o talento como capitã e essa seria uma boa oportunidade. Logo depois, alfineta: “será que ela não está pronta?”.

Continua após a publicidade

O comentário tem seu efeito. Taís alega que a adversária está subestimando sua capacidade. “Quando acontece isso, aí é que a onça vem à tona e eu gosto de provar que a pessoa está errada”, rebate a influenciadora.

Everaldo, que também tem nome do imperador Akihyto (o original sem ipsilon), vai levar a equipe azul a momentos de desespero. Viciado em treinos, ele resolve preparar uma maionese com um fuê. O motivo do nervosismo coletivo é o tempo para entrega dos pratos.

Tem um momento gogó de ouro. Em dupla, Aline e Taís cantam um sucesso de Sandra de Sá e a paulistana explica a importância da cantora em sua vivência como mulher negra. “Não quero pensar muito que a Sandra de Sá vai comer minha comida porque ela é muito importante para mim. A gente mora no Brasil, um país extremamente racista. Eu tenho toda uma história com o meu cabelo e a pessoa dela está constantemente dentro da minha casa através da música”, declara.

Seis cozinheiros amadores, três homens e três mulheres, com aventais brancos do MasterChef e expressões de euforia, levantam os braços em uma cozinha profissional. Eles estão atrás de bancadas cheias de utensílios e ingredientes, com armários de madeira ao fundo
Participantes do time vermelho: momento do para tudo (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)
Continua após a publicidade

Onipresente nas provas, o relógio crava 1h30 para produção dos pratos. Após o intervalo de 1h, as equipes têm bônus mais meia hora para a finalização e o serviço da comida aos jurados Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça, que estarão na companhia dos astros da música brasileira.

Uma saia justa rola com Helena Rizzo, quando ela avalia um prato de uma competidora. Descontente com o que ouviu, a participante garante que a receita é feita daquela forma em sua terra. A jurada doçura dá um corte e rebate: “Sim, mas achei muito forte e é a minha avaliação… e da maioria das pessoas aqui”.

A equipe escolhida será colocada contra a parede ao ser questionada sobre quem foi o pior integrante. Por votação, os participantes escolhem quem desce para disputar a prova de eliminação, criando uma torta de climão nada vintage como a prova anterior.

Homem de boné branco com P27 em vermelho, óculos e bigode, vestindo blazer branco com pimentas vermelhas e botões vermelhos, camiseta vermelha e calça branca, apontando para frente em um estúdio com painéis de madeira e iluminação decorativa
Chef Edson Leite, da Gastronomia Periférica: prova com uso consciente de matérias-primas (Renato Pizzutto/Band/Divulgação)
Continua após a publicidade

Do mezanino, o grupo vencedor sem um dos integrantes acompanha a etapa eliminatória que tem como tema o consumo consciente. Não por acaso, há uma participação do chef Edson Leite, da Gastronomia Periférica, escola de formação culinária para pessoas em situação de vulnerabilidade social, em particular as mulheres pretas.

Edson chega reforçando uma prática  essencial: o desperdício zero, que ele adota em seu restaurante, o Da Quebrada, em Pinheiros. Então, não bastará cozinhar bem. Será necessário combinar bem as matérias-primas com aproveitamento total.

Rola um baita stress durante a prova quando alguém pega a sorveteira, mas não consegue usá-la. Enquanto os colegas do mezanino tenta ajudar, a pessoa nervosa rebate: “Gente, é óbvio que apertei o start.”

Na primeira das avaliações, Edson Leite tece elogios ao prato. “Primeiro, tenho que dar parabéns pela sua coragem por fazer essa massa e o recheio em 1 hora.”  Mas não é assim o tempo todo. Numa outra avaliação, o chef questiona: “você cozinhou com amor ou com ódio?”

Continua após a publicidade

Além disso, o convidado ficará de olho no forma como são usados os ingredientes. Quem não se atentar a isso corre o risco de avental sobre a bancada. E bye, bye.

BAIXE O APP COMER & BEBER E ESCOLHA UM ESTABELECIMENTO:

iOS: https://abr.ai/comerebeber-ios

ANDROID: https://abr.ai/comerebeber-android



Fonte.: Veja SP Abril

Leia mais

Rolar para cima