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28 de julho de 2026

Os EUA estão mesmo ficando sem armas na guerra contra o Irã?

Os EUA estão mesmo ficando sem armas na guerra contra o Irã?

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Imagem em preto e branco tratada mostra mísseis alinhados sobre uma mesa por um funcionário de fábrica usando luvas
Legenda da foto, Até agora, o governo dos EUA afirma que a guerra custou US$ 37,5 bilhões (cerca de R$ 208 bilhões), e a maior parte desse valor foi destinada à compra de munições

    • Author, Bernd Debusmann Jr
    • Role, Repórter da Casa Branca
  • Published

  • Tempo de leitura: 11 min

Quando o presidente americano, Donald Trump, subiu ao palco da Cúpula de Defesa e Inovação da Pensilvânia, nos EUA, no início deste mês, ao lado de CEOs de algumas das maiores empresas de defesa do país, ele tinha uma mensagem: é preciso aumentar o volume e a velocidade da produção de armas.

“Temos as armas de melhor qualidade do mundo”, disse Trump aos fabricantes de armamentos reunidos na Escola de Guerra do Exército dos EUA, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth. “Mas precisamos produzir mais rápido.”

O governo Trump apresentou a cúpula como parte de uma estratégia com dois objetivos: revitalizar a indústria americana e reforçar a capacidade de combate das Forças Armadas dos EUA e, nas palavras de Hegseth, o “arsenal da liberdade” do país.

No entanto, pouco se falou sobre o enorme volume de armamentos sofisticados, de fabricação complexa, empregado durante os quase 40 dias de intensas operações militares da Operação Epic Fury (“Fúria Épica”, em tradução livre), contra o Irã no início deste ano, e nos ataques de subsequentes realizados desde então.

Até agora, o governo dos EUA afirma que a guerra custou US$ 37,5 bilhões (cerca de R$ 208 bilhões), e a maior parte desse valor foi destinada à compra de munições.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

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