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8 de maio de 2026

Pesadelo na Cozinha: fim de temporada em pé-sujo árabe de Foz de Iguaçu

Pesadelo na Cozinha: fim de temporada em pé-sujo árabe de Foz de Iguaçu

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Depois de Erick Jacquin esgrimar ao longo de onze episódios com empresários refratários a mudanças, uma barata aqui e outra acolá, e até pombo em rasantes da cozinha, além de patinar em muita sujeira, a quinta temporada de Pesadelo na Cozinha chega ao final.

O último dos programas tem como cenário a turística Foz de Iguaçu, para onde o chef se desloca com sua equipe para resolver os problemas de uma lanchonete de culinária libanesa, a Shawarma do Tio Ali. Não por acaso, é nessa região que vive a segunda mais numerosa colônia árabe do país.

Como sempre acontece, o reality é exibido nesta sexta (8) pela plataforma de streaming HBO Max e no canal pago Discovery Home & Health, às 20h40, e na terça (12), às 22h30, na Band.

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Jacquin: uma das muitas conversas com Tio Ali (Caio Mvwaves/Band/Divulgação)

Embora o cozinheiro francês esteja em destino paradisíaco — as Cataratas são chamadas de uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo com suas cerca de 275 quedas-d’água — o cenário que ele vai enfrentar está para o desolador, quase infernal.

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Aberto há seis anos, o restaurante funciona em um contêiner e é administrado pelo libanês Ali Nassereddine. Nessa missão, o empresário conta com os filhos Hassan e Mohamed. Tem ainda uma ajuda da esposa, Leize Chaiben, que é brasileira e trabalha como professora.

Antes de ter o negócio de refeições, Ali trabalhava em uma loja de eletrônicos no Paraguai e era casado com Leize Chaiben fazia oito anos. Nessa época, a mulher foi cursar uma faculdade e viu ali uma oportunidade: ter um carrinho de shawarma em frente à instituição de ensino. Esse foi o embrião do Shawarma do Tio Ali.

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Cozinha minúscula do Tio Ali: desorganização generalizada e limpeza comprometida. Os problemas são diagnosticados de imediato por Jacquin. Além do ambiente caidão com paredes implorando por uma pintura, a cozinha é minúscula, suja e sufocante. Em vez de fazer o shawarma no giro, aquele espeto giratório com camadas e mais camadas de lâminas de carne, Ali prefere preparar o recheio do sanduíche na chapa.

Para Jacquin, “é mais fácil pegar um avião e ir para Beirute do que comer aqui”. Ele decreta que o serviço é completamente amador, o que é endossado por Mohamed, um dos filhos de Ali.

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Frequentadores acompanham a preparação do shawarma (Caio Mvwaves/Band/Divulgação)
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Não é novidade neste episódio assim como nos demais — o storytelling sempre se repete — o proprietário tem pavio curto e explode fácil. Ele se queixa: “Não gosto de pressa, pois perde a qualidade”. Mas qual qualidade mesmo?

Como sempre acontece em todos os episódios, Jacquin, um fã de comida do Líbano e de outros países do Oriente Médio, aponta suas restrições. “Poderia ser muito mais potente, mais gostoso, mas não é ruim. Só que fico preocupado porque muitas vezes quando eu gosto, vou na cozinha e é suja e nojenta”, dispara. E não é diferente com o Shawarma do Tio Ali.

Ao conhecer a cozinha, Jacquin se desaponta. “Vocês não respeitam as pessoas que comem aqui. Isso não é comida nem para cachorro”, diz sem censura.

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Claro, a solução mágica aparece no final, com a lanchonete cheirando a tinta fresca e novidades para o cardápio criadas pela equipe de culinaristas de Pesadelo na Cozinha. Até a próxima temporada.

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Fonte.: Veja SP Abril

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