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1 de agosto de 2026

Pietra Bertolazzi denuncia ameaças e fraudes após crítica ao BTS

Pietra Bertolazzi denuncia ameaças e fraudes após crítica ao BTS

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A influenciadora Pietra Bertolazzi acionou a Divisão de Crimes Cibernéticos de São Paulo (DCCIBER) após ser alvo de uma onda de ataques digitais, ameaças de morte e uso indevido de seus dados pessoais. A ofensiva começou no último dia 19 de julho, depois que ela criticou publicamente o grupo sul-coreano BTS durante a final da Copa do Mundo, gerando uma reação agressiva de internautas.

Quais crimes estão sendo investigados pela polícia no caso da influenciadora?

A defesa de Pietra aponta uma série de condutas que ultrapassaram a barreira da simples opinião na internet e entraram na esfera criminal. Estão sendo apurados crimes de invasão de dispositivo informático, estelionato, ameaça, calúnia, difamação e injúria. Segundo os advogados, houve uma ação coordenada para causar prejuízos financeiros e danos à honra da vítima, comprometendo sua segurança pessoal.

Como os dados pessoais de Pietra Bertolazzi foram utilizados indevidamente?

Após o vazamento de suas informações cadastrais, usuários em redes sociais como X e Discord relataram e incentivaram o uso dos dados para criar contas em bancos e serviços como o iFood. Foram registradas mais de 70 tentativas de compras em seu nome, além de cadastros falsos para ela atuar como mesária voluntária nas eleições de 2026 e pedidos de filiação a partidos políticos como o PT e o PCdoB.

Qual foi a crítica específica que desencadeou os ataques?

O conflito começou quando a influenciadora comentou sobre a aparência e o comportamento dos sete integrantes do grupo de K-pop BTS durante uma apresentação no Mundial de futebol. Ela os descreveu como um grupo de homens afeminados e vaidosos, afirmando ter sentido vergonha alheia. A declaração foi interpretada por fãs como uma ofensa, dando início à campanha de cancelamento e vazamento de dados.