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13 de março de 2026

Belo Horizonte: veja 30 lugares para comer e beber – 12/03/2026 – Comida

Belo Horizonte: veja 30 lugares para comer e beber – 12/03/2026 – Comida

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Mesmo que você não tenha intimidade com as músicas de Lô Borges (1952-2025), é capaz de voltar de Belo Horizonte com as melodias de “Paisagem da Janela” frescas na cabeça.

Bandas e compositores mineiros, do clássico Clube da Esquina ao rapper Djonga, se revezam nas playlists de salões de restaurantes, botecos e cafés, em uma celebração da cultura, música e gastronomia local que marca a experiência de quem visita a capital de Minas Gerais.

Ali, jovens chefs atualizam o jeitinho mineiro em receitas que misturam tradição e novidade, como o tostex feito com fatias grelhadas de pamonha, queijo artesanal, tomate seco e bacon do Broa Café, aberto em setembro do ano passado no bairro gastronômico Lourdes.

A invenção é da chef Ana Gabi Costa, que também assina o cardápio do restaurante Trintaeum, onde todos os insumos da cozinha, os vinhos da adega, a carta de bebidas e elementos da decoração vêm de Minas Gerais.

Ao sinal de dúvida do cliente, garçons explicam, entusiasmados, ingredientes e técnicas mencionados no cardápio. A versão de lasanha da casa, por exemplo, leva fubá na massa, recheio de queijo e creme de milho e frango preparado com pinga e frita —processo em que a carne é cozida aos poucos, com pingos de água fervente.

Um dos pioneiros ao reinterpretar ingredientes mineiros foi Leo Paixão. Após estudar na França e trabalhar com chefs como Joël Robuchon, abriu, em 2012, o Glouton, hoje nome de um grupo que inclui Ninita, Macareu, Nicolau Bar da Esquina e Mina Jazz Bar. Nessa época, a cozinha mineira já tinha bases sólidas lançadas por cozinheiros como Dona Lucinha (1932-2019), conhecida por preservar a culinária mineira e divulgá-la país afora.

Antes de abrir o restaurante, hoje tocado por sua filha, ela foi professora de uma escola rural nos anos 1950, quando percebeu que as crianças se escondiam para comer a comida que traziam de casa. Passou, com ajuda dos próprios alunos, a preparar comida típica como merenda para despertar interesse pelas tradições.

São muitas as iniciativas e eventos que formaram gerações orgulhosas das virtudes dos comes e bebes regionais. O Comida di Buteco (com “u” mesmo) é uma instituição mineira que se espalhou por todo o país —mas sem o mesmo charme e devoção empenhados pelos mineiros (com todo respeito ao resto do Brasil).

Em Bê-agá, como a cidade é chamada, o concurso pode tirar um bar do buraco e transformá- -lo em atração turística. São várias as histórias de sucesso que nasceram da participação no evento, como o Bar do Careca (primeiro campeão) ou o Já Tô Inno, um orgulhoso tricampeão.

O evento foi gestado em 1999 nos embriões da rádio Geraes, por Eduardo Maya, Maria Eulália Araújo e João Guimarães (dono da rádio). Do trio, apenas Eulália permanece e, por onde passa, é chamada de madrinha.

Já Maya seguiu criando diferentes empreitadas gastronômicas, como os concursos Padocaria e SP8 —esses realizados em São Paulo. Na capital mineira, ele comanda a Feirinha Aproxima, evento gastronômico voltado à cozinha local que oferece a chance de provar receitas de restaurantes já consagrados e ingredientes de produtores artesanais, como queijos, cervejas, cachaças e compotas, boas pedidas para levar para casa de lembrança.

Antes de voltar de Bê-agá, inclusive, você provavelmente vai ter percebido algumas mudanças de hábito. É possível que já esteja falando “trem” ou “uai”. E, sem perceber, incluído na dieta fígado e jiló, ingredientes polêmicos no restante do país —mas exibidos com orgulho nos cardápios de Belo Horizonte.

Conheça, a seguir, 30 casas na cidade, entre novidades, clássicos e endereços que mostram a visão local de outras cozinhas — como a espanhola e a asiática.

Eventos

Feirinha Aproxima

Com edições mensais, é boa opção para quem quer curtir a cidade enquanto prova comidas e produtos autenticamente mineiros de diversas regiões do estado, com entrada gratuita. Reúne receitas de restaurantes já consagrados e ingredientes de produtores artesanais, como queijos e cachaças. No dia 11 de abril, acontece na Casa Fiat de Cultura, na praça da Liberdade, com opções que variam a cada edição, como arroz de costela, conservas da Baixa Comidaria e a tradicional Wursha. Também realiza, anualmente, uma edição dedicada ao protagonismo feminino na gastronomia, que tem apenas convidadas mulheres na curadoria.

Casa Fiat de Cultura. Praça da Liberdade, 10, Funcionários, @projetoaproxima

Para Comer

Cozinha Tupis

Fundado pelo chef Henrique Gilberto, foi um dos primeiros restaurantes a reocupar o Mercado Novo, hoje point de turistas e moradores moderninhos que dão ar cult aos corredores cheios de lojas de roupa, cachaça e antiguidades. A musse de fígado com compota de jabuticaba e jiló (R$ 49), o nhoque de baroa com creme de queijo e nozes (R$ 64) e a sobremesa de parfait de leite, sorvete de café, doce de leite e pão tostado (R$ 35) são imperdíveis.

Mercado Novo – R. Rio Grande do Sul, 505, Centro, @cozinhatupis

Dona Lucinha

Desde a fundação, em 1990, dedica-se à cozinha mineira e já se tornou um dos símbolos dessa culinária. Hoje, é comandado pela filha de Lucinha, Márcia, que dá continuidade à tradição da farta cozinha de fazenda, representada por pratos como frango com quiabo, e a dos tropeiros, que nasceu com viajantes que percorriam Minas e se alimentavam de receitas como o tutu de feijão.

R. Padre Odorico, 38, Savassi, @donalucinhamatriz

Gata Gorda

É um dos endereços da chef Bruna Martins, dona de outras casas de comida criativa e gostosa, Florestal e Birosca. A inspiração é a Espanha, que recebe pitadas de Brasil e outras bandas. Tem sugestões como a croqueta de pato (R$ 55) e a paella caldosa (R$ 145), além de outras mais inventivas como o rolinho crocante de minipimentão, queijo de cabra e molho picante (R$ 50).

R. Levindo Lopes, 96, Funcionários, @gatagorda.bh

Glouton

Um dos pioneiros a trabalhar ingredientes mineiros de maneira autoral, o chef Leo Paixão inaugurou o Glouton em 2012 se valendo de uma base adquirida na França, onde estudou e trabalhou. Na sua primeira casa, ele valoriza ingredientes mineiros e brasileiros em receitas como a costelinha de porco duroc ao molho tarê com melancia (R$ 55) e a galinha caipira assada com angu de milho-verde, cogumelo eryngui e rôti de frango.

R. Bárbara Heliodora, 59, Lourdes. @gloutonbh

Iracema

Combina música ao vivo e comida afetiva em um casarão dos anos 1930 no Santa Tereza, onde nasceu o Clube da Esquina. Toca principalmente samba e MPB. No cardápio, aparecem os chips de jiló empanados com parmesão e molho de pimentão (R$ 49,90) e, entre principais, destaque para o arroz com costelão para dois (R$ 89,90). A carta de drinques inclui o cajabú, feito com cachaça e geleia de jabuticaba (R$ 30,90).

R. Almandina, 56, Santa Tereza, @iracemabh

Marú

Mistura o clima belo-horizontino de boteco com mesas na calçada e culinária oriental contemporânea. A cozinha é comandada por Marcelo San, que prepara sushis, sashimis e niguris clássicos, com destaque para o tuna e burrata, com cubos de atum, burrata fresca, pesto de manjericão, farofa panko crocante e azeite trufado (R$ 58). A carta de drinques também tem opções refrescantes, como o kumo, que leva rum, maracujá, suco de laranja, tabasco e suco de limão (R$ 39).

R. Fernandes Tourinho, 604, Savassi, @maru.barjapones

Macaréu

Também sob comando do chef Léo Paixão, o endereço se dedica à cozinha luso-brasileira, incluindo receitas e ingredientes do Norte do Brasil. Com decoração elegante, que lembra a belle époque, serve pratos como guioza de camarão e palmito com gel de cumari (R$ 69).

R. Dicíola Horta, 77, Vila da Serra, @macareubh

Nimbos

A criatividade no preparo dos hambúrgueres passa por ingredientes mineiros e influências de outros lugares, como a asiática. Entre as opções há o kimcheese, que leva requeijão de corte, conserva de acelga, bacon e maionese da casa (R$ 44). Tem ótimas variações de fritas e drinques para acompanhar os sanduíches.

R. Sergipe, 629, Savassi, @nimbosbar

Okinaki

O menu de influência japonesa traz bagagem de outros países asiáticos como China, Coreia e Taiwan. No passeio oriental podem surgir pedidas como bao de kimchi com queijos e também sugestões dos chefs, como a salada tailandesa de macarrão de arroz com verduras e molho de amendoim com tamarindo (R$ 38).

Av. Álvares Cabral, 1.303, Lourdes, @okinakibh

Pacato

Caio Soter pertence à geração de chefs que ajudou a consolidar a cena contemporânea de Belo Horizonte. Em seu menu-degustação (R$ 295), que muda semanalmente, aparecem etapas como a vertical de jiló (com o ingrediente envelhecido, em chips, baba ghanoush e até com mofo de camembert). Outra possibilidade é a ostra de frango, corte do dorso do animal, que é marinado e servido com caviar de quiabo e demiglace.

R. Rio de Janeiro, 2.735, Lourdes, @pacatobh

Parallel

De cozinha espanhola, é comandado por Gabriella Guimarães e Guilherme Furtado, que trabalharam no país ibérico, incluindo em casas dos irmãos Adrià. Tem croquetas de jamón com melão (R$ 32), ostras com ajo blanco (sopa fria à base de amêndoas) e uva verde (R$ 32) e polvo à galega (R$ 94). Destaque para versões próprias de vermute: tinto envelhecido em barril de carvalho com laranja e canela, e branco infusionado com losna, erva- -doce e casca de limão-siciliano.

R. Santa Catarina, 1.155, Lourdes, @parallel.bh

Pastaio

Em ambiente intimista e compacto, o chef Yves Saliba serve menu ítalo-mineiro com entradas como crudo de angus com telha de pão de queijo (R$ 56) e lasanha de costela defumada (R$ 84). Para finalizar, há tiramissu (R$ 37).

Av. Getúlio Vargas, 58, Funcionários, @pastaiobh

Righi Gastronomia

Fora do eixo mais movimentado da cidade, ocupa um galpão no bairro Prado desde novembro de 2025. Os chefs Yzabella e Guilherme Righi dedicam as quintas ao menu-degustação e as sextas à trattoria. O menu atual, caos (R$ 290), apresenta cozinha com origem diversa, usando ingredientes e referências mineiras e italianas. O resultado são receitas como o risoto de alice com amchoor (tempero indiano) e cajá-manga.

R. dos Pampas, 145, Prado, @righigastronomia

Trintaeum

Batizada com o código telefônico de Belo Horizonte, aposta na mineiridade puro-sangue: ali, todos os insumos da cozinha, da adega, da lista de bebidas e da decoração vêm do estado de Minas Gerais. As receitas, assinadas pela chef Ana Gabi Costa, misturam tradição e novidade em criações como lombinho suíno, tutu de feijão (empanado e frito), banana (em forma de purê) e ovo (R$ 90).

R. Prof. Antônio Aleixo, 20, Lourdes, @trintaeumrestaurante

Vizú Pizza Bar

O ambiente é descolado, de luzes indiretas, playlist com estilo eletrônico e uma parede de bebidas que dá tom cosmopolita. Nas pizzas, destaque para a que leva o nome da casa, com creme branco, muçarela, alho assado, bacon, mel fermentado e tomilho (R$ 62). Na coquetelaria, vale provar o el paloma, que mistura tequila, soda de toranja, yuzu e Lillet (R$ 55).

Av. Getúlio Vargas, 1.445, Funcionários, @vizupizzabar

Para Beber e Badalar

Bar Geraldin da Cida

Com ares de boteco-raiz, fachada simples e mesas espalhadas numa calçada do Grajaú —que se estendem até a academia vizinha—, o bar de comida tradicional tem como trunfos o atendimento simpático de Geraldin e os ótimos pratos da Cida, com sugestões como joelho de porco e torresmo de barriga e o clássico fígado com jiló.

R. Contria, 1.459, Grajaú, @geraldindacidabh

Bar Temático

Fundado pelo pernambucano Benê, o bar inclui mineiramente elementos da cozinha nordestina aqui e ali. Muitos pratos que participaram do Comida di Buteco continuam no farto cardápio da casa, como o Eu Te Falei (língua ao molho rosê, servida com purê de jerimum), de 2016. Para a sobremesa, uma sugestão é o doce de jiló.

R. Pirite, 187, Santa Tereza, @bar_tematicobh

Cabernet Butiquim

A casa de vinhos tem clima de boteco. Há almoço-executivo até as 15h, entre terça e sexta, com pratos fixos. No menu tradicional, aparecem o mexido do Cab, com carne desfiada, banana e picles de maxixe (R$ 63), o arroz de bacalhau (R$ 82) e um filé mignon empanado fatiado à palito com fonduta de queijos e batata frita (R$ 77, para dois). A carta de vinhos é diversa e tem rótulos exclusivos da casa, caso do Merlot do Cab, elaborado pela vinícola Cão Perdigueiro (R$ 159), e o Folia Rosé, feito com a vinícola Quinta Don Bonifácio (R$ 29 a taça).

R. Levindo Lopes, 22, Funcionários, @cabernetbutiquim

Carimbó

Em um estande no Mercado Novo é possível pedir ótimos drinques e sair caminhando por lá antes de devolver o copo (ou devolver em outro lugar). Um deles, descrito como o queridinho da cidade, é o marvadeza (com maracujá, gengibre, bitter vermelho, pimenta- -dedo-de-moça e cachaça arbórea), que é pura refrescância. As paredes da casa são ornadas com diversas cachaças, não só mineiras, vendidas em dose ou garrafa.

Mercado Novo – Av. Olegário Maciel, 742, Centro, @carimbo_frutas_nativas

Chika

Diminuto, esse speakeasy funciona embaixo da hamburgueria Nimbos em um ambiente inspirado no Japão dos anos 1980, cheio de néons, bonecos e videogames. Produz uma alta coquetelaria que se vale de influências igualmente asiáticas, com uísques nipônicos e ingredientes como shissô. Entre os drinques, café cor de rosa leva gim, licor St. Germain, grãos de café, xarope de batata-doce-roxa e lactose (R$ 68). Trabalha com reserva feita pelo perfil nas redes sociais e por ordem de chegada, se houver disponibilidade, de quinta a sábado, em dois turnos (19h às 21h e das 21h30 às 23h30).

R. Sergipe, 629, Savassi, @barchika.jp

Já Tô Inno

A fartura de pratos e porções em um ambiente amplo e descontraído só é menor que as filas na porta do bar durante o Comida di Buteco. A casa, que já foi tricampeã do evento, sempre está entre as mais requisitadas pelos botequeiros. Inclusive, o cardápio trouxe de volta o prato campeão de 2015, o Já Tô Innrolado — enrolado de carne recheado com bacon, queijo, maçã e especiarias, acompanhado por batata ao murro (como outras sugestões, serve quatro pessoas).

R. Benjamin Dias, 379, Barreiro, @jatoinno

Montê

Combina bar, restaurante e pista de dança. O ambiente muda de clima às 23h, quando sinos anunciam a virada, as luzes se apagam e a música aumenta. Para comer, o cardápio apresenta bolinho de bacalhau com ora-pro- -nóbis (R$ 52, 6 unidades), arroz de bacalhau à Brás (R$ 85) e sanduíche com 130g de carne, requeijão de raspa e cebola caramelizada na rapadura (R$ 45). Entre os drinques, está uma homenagem a uma das lendas urbanas da cidade, a Loira do Bonfim (R$ 39), feito com gin, Cynar e jabuticaba.

Pça. Rui Barbosa, 104, Centro, @monte.beaga

Redentor

O bar, que faz 23 anos neste ano, consolidou o quarteirão entre as ruas Sergipe e Fernandes Tourinho, hoje um dos principais pontos boêmios da Savassi. O sucesso é tamanho que levou à criação do Bar da Fila, espaço pensado para quem aguarda mesa. No salão principal, o cardápio mantém clássicos como bolinho de bacalhau (R$ 58), torresmo de rolo (R$ 58) e picanha angus uruguaia servida na pedra, com farofa e vinagrete (R$ 125). Para beber, o chope é destaque (R$ 14,90, 300ml).

R. Fernandes Tourinho, 500, Savassi, @redentorbar

RexBibendi

O restaurante é inspirado na figura romana responsável por escolher as bebidas dos imperadores —chamado Rex Bibendi, ou rei da bebida. O salão tem balcões voltados para o bar e a cozinha, além de mesas na calçada. No cardápio, ingredientes mineiros ganham espaço com a tábua de queijos e charcutaria artesanal (R$ 91). Nos principais, destacam-se o clássico arroz de pato (R$ 88) e o pappardelle ao ragu de fraldinha com burrata (R$ 83).

R. Antônio de Albuquerque, 917, Funcionários, @orexbibendi

Juramento 202

Perto do Cemitério da Saudade, o Jura é a casa oficial da Cervejaria Viela, que mistura estilos clássicos com ótimas criações, como a Canutosa, uma blonde ale com beterraba. Entre os petiscos da estufa, uma opção são as bolinhas de porco apimentadas. A agenda de música ao vivo inclui choro, roda de samba e pagode, a depender do dia.

R. Juramento, 202, Pompeia, @juramento202

Terraço Niê

No topo do prédio assinado por Oscar Niemeyer, o edifício P7, está um dos lugares com a vista mais bonita do hipercentro da cidade. O espaço é elegante, com salão curvo, varanda ampla e luz natural. A gastronomia atende pratos executivos durante a semana, até 15h, além de menu à la carte. Há opções como o tartare de filé com molho de ostras (R$ 61) e camarões servidos sobre massa rigatoni e molho al limone (R$ 102). À noite, os coquetéis ganham destaque, como o sol de Jalisco, feito com tequila, suco de abacaxi e ginger ale (R$ 46).

P7 Criativo – r. Rio de Janeiro, 471, Centro, @terraco.nie

Café e Doces

Broa Café

Instalado no hall do hotel Tribe, pode ser acessado por não hóspedes, que desfrutam ali de um café com quitutes mineiros raiz, de acabamento sofisticado. Tem broa de tabuleiro com queijo minas (R$ 18), broa caxambu com goiabada (R$ 18) e tostex de pamonha, queijo minas artesanal, tomate seco e bacon (R$ 38).

Tribe Hotel – R. da Bahia, 2.200, Savassi, @broa.cafe

Belô Café

A cafeteria na Savassi funciona tanto para algo rápido durante a semana quanto para brunch aos fins de semana. Entre os destaques está o uai sô!, “torre” com pães de queijo, carne de panela desfiada, requeijão com raspas, barbecue de goiabada, doce de leite e broa de fubá (R$ 69, para dois). Para grupos maiores há o brunch Belô (R$ 152), com pães, broa, ovos mexidos, creme de queijo Canastra, iogurte com granola e bebidas quentes e geladas.

R. Sergipe, 1.329, Savassi, @belocafebh





Fonte.:Folha de São Paulo

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