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Introdução
Morre Michel Rolland, influente enólogo francês e pioneiro dos ‘flying winemakers’, aos 78 anos. Deixou sua marca em mais de 20 países, incluindo o Brasil, onde atuou como consultor da Miolo. Sua visão impactou o estilo de vinhos globalmente. Conheça sua trajetória e legado.
- Morte de Michel Rolland: o influente enólogo francês faleceu aos 78 anos por infarto fulminante.
- Pioneiro dos ‘Flying Winemakers’: Rolland foi um dos precursores na consultoria internacional, atuando em mais de 20 países.
- Legado no Brasil: Contribuiu para a evolução dos vinhos da Miolo Wine Group entre 2003 e 2013.
- Influência Global: Teve papel crucial na difusão de um estilo de vinho mais concentrado e com uso evidente de madeira.
- Presença no Cinema: Foi personagem do documentário ‘Mondovino’ (2004), que abordou as transformações do mercado global da bebida.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O enólogo francês Michel Rolland, um dos profissionais mais influentes do mundo do vinho, morreu na madrugada desta sexta-feira (20), aos 78 anos, em Bordeaux, na França.
A causa da morte foi um infarto fulminante, de acordo com nota divulgada pela Bodega Rolland, propriedade da família.
Pioneiro no seleto grupo dos chamados “flying winemakers” — enólogos que atuam em diferentes regiões do planeta —, Rolland trabalhou em mais de duas dezenas de países, seja em vinícolas próprias ou como consultor.
Ao longo da carreira, que soma 55 anos, participou de projetos na França, Espanha, Argentina, Chile, África do Sul, entre outros.
No Brasil, teve atuação relevante como consultor da Miolo Wine Group entre 2003 e 2013, contribuindo para a evolução da qualidade dos vinhos da casa.
Em 2025, esteve em São Paulo para divulgar os rótulos da Clos de los Siete, empreendimento que mantinha no Vale do Uco, em Mendoza, na Argentina.
Rolland também comandava a empresa Michel Rolland & Associés, voltada à consultoria e análises laboratoriais na França.
Assim como o crítico Robert Parker, Rolland teve papel importante na difusão de um estilo de vinho marcado por maior concentração, maturidade e intensidade de fruta, além de estrutura e uso evidente de madeira.
Em 2004, foi um dos personagens do documentário Mondovino, dirigido por Jonathan Nossiter, que aborda as transformações e influências no mercado global da bebida.
Amante de caça, golfe e gastronomia, Rolland deixa a esposa Dany Rolland, as filhas Stéphanie e Marie e netos.
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Fonte.: Veja SP Abril


