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14 de maio de 2026

deputada alerta para ofensiva pró-aborto da esquerda

deputada alerta para ofensiva pró-aborto da esquerda

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Uma das principais vozes na Câmara Federal em defesa da vida, a deputada Chris Tonietto (PL-RJ) diz que é preciso manter “vigilância máxima” contra a ofensiva da esquerda em busca da regulamentação do aborto. A parlamentar abordou o tema no programa Café com a Gazeta e você pode conferir a íntegra da entrevista clicando no vídeo acima.

Tonietto diz que não se pode descuidar do assunto porque “sempre há armadilhas em curso”. Ela lembra de duas situações: a primeira quando uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) fomentava o aborto em vítimas de violência sexual até nove meses, sem consentimento dos pais.

A deputada apresentou então um projeto sustando os efeitos da resolução. “Conseguimos a aprovação na Câmara dos Deputados, mas com os votos contrários do PT, do PSOL e dessa extrema-esquerda que não possui compromisso com a vida ou com a dignidade das mulheres”, relembra.

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Liberado pelo STF, assistolia fetal é “procedimento de tortura”

A segunda situação diz respeito à ADPF 1141, protocolada pelo PSOL no Supremo Tribunal Federal (STF). Essa ação pedia a anulação do decreto do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proibia a assistolia fetal – procedimento que provoca a morte de bebês com mais de 22 semanas de gestação. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, a norma foi suspensa e a prática segue liberada.

“Este é um procedimento de tortura que consiste na injeção de cloreto de potássio no coração da criança para que ela venha a óbito após sentir uma dor lancinante. É um procedimento proibido na eutanásia animal e no corredor da morte, mas que, no Brasil, queriam permitir para bebês no ventre”, critica Tonietto.

O julgamento da ação aguarda para ser concluído no STF, com o placar de 1 a 1. “Não podemos nos descuidar, precisamos manter a vigilância máxima, destaca a parlamentar. “A esquerda busca sempre ampliar a temática do aborto sob um verniz de cuidado, alegando proteger a dignidade da mulher contra a violência. Essa é a aparência, mas a intenção real é a expansão da agenda do aborto.”



Fonte. Gazeta do Povo

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