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6 de agosto de 2026

Decisão do STF sobre isenção fiscal expõe debate acadêmico sobre autismo nível 1

Decisão do STF sobre isenção fiscal expõe debate acadêmico sobre autismo nível 1

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar termos como “severa ou profunda” de uma lei de isenção fiscal para pessoas com deficiência expõe uma discussão acadêmica e clínica sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O debate pode levar o grau 1 de suporte a se tornar um transtorno autônomo ou mesmo redefinir a forma de classificação da condição.

Sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o Plenário firmou um entendimento que, na prática, inclui pessoas com o nível 1 de suporte no rol de isentos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) na compra de veículos.

A decisão é desta segunda-feira (3) e marcou o início dos trabalhos do segundo semestre de 2026. Para a Corte, a distinção entre os graus de uma deficiência não diz respeito ao Fisco, sendo um critério clínico voltado ao tratamento.