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28 de julho de 2026

Tornozeleira de Débora do Batom passou por oscilação de sinal comum, esclarece ofício a Moraes

Tornozeleira de Débora do Batom passou por oscilação de sinal comum, esclarece ofício a Moraes

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O chefe do Serviço de Monitoramento de Pessoas da Polícia Penal do Estado de São Paulo, Dárcio Ricardo Alves Moura, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que analisou os dados sobre a tornozeleira da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, e concluiu que as ausências temporárias de sinal foram causadas por oscilações técnicas comuns.

“Após análise técnica dos registros constantes do sistema de monitoração eletrônica, as ocorrências consignadas nos relatórios decorreram exclusivamente de eventos técnicos inerentes ao funcionamento da tecnologia GNSS, não caracterizando violação da medida cautelar, falha operacional do sistema ou defeito do equipamento”, diz a conclusão do ofício, protocolado nesta terça-feira (28).

No documento, Moura explica a Moraes o funcionamento do sistema de geolocalização das tornozeleiras eletrônicas e esclarece que a ausência de sinal não significa, por si só, violação.

“Para a determinação precisa da posição geográfica, é necessária a recepção simultânea de sinais provenientes de múltiplos satélites. Essa comunicação pode sofrer interrupções momentâneas em razão de fatores externos e alheios à vontade da pessoa monitorada”, explica.