7:47 PM
28 de abril de 2026

‘Trabalho mais perigoso do mundo’: o cientista que percorre o labirinto radioativo de Chernobyl

‘Trabalho mais perigoso do mundo’: o cientista que percorre o labirinto radioativo de Chernobyl

PUBLICIDADE


Composição mostrando, em primeiro plano, um retrato do cientista Anatolii Doroshenko e, no fundo, as ruínas da sala de controle do reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia

Crédito, GETTY IMAGES, NAS

Legenda da foto, Anatolii Doroshenko é pesquisador do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares, na Ucrânia

    • Author, Carlos Serrano
    • Role, BBC News Mundo

    • Author, Diana Kuryshko
    • Role, BBC News Ucrânia
  • Tempo de leitura: 7 min

Mas, a cerca de 10 metros de profundidade, permanecem os centros de controle e monitoramento, que sobreviveram ao desastre.

“É como um grande labirinto embaixo do reator”, explica à BBC o pesquisador Anatolii Doroshenko, de 38 anos, do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares (ISPNPP, na sigla em inglês).

Seu trabalho inclui percorrer esse labirinto pelo menos uma vez por mês — uma missão que, segundo a revista New Scientist, “pode ser considerada o trabalho mais perigoso do mundo”.

Naquela rede de salas e corredores subterrâneos, tudo está contaminado pela radiação: o piso, os equipamentos, as paredes e até o ar.



Fonte.:BBC NEWS BRASIL

Leia mais

Rolar para cima