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30 de abril de 2026

‘Cadeia continua valendo só para pobre’, diz leitora sobre projeto que reduz pena de Bolsonaro – 30/04/2026 – Painel do Leitor

‘Cadeia continua valendo só para pobre’, diz leitora sobre projeto que reduz pena de Bolsonaro – 30/04/2026 – Painel do Leitor

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Dosimetria

Congresso derruba veto de Lula a projeto que reduz pena de Bolsonaro” (Política, 30/4). Força, Bolsonaro! Mais do que nunca, o Brasil está com você.

Leandro Eustáquio da Silva (Belo Horizonte, MG)

Cadeia continua valendo só para pobre. Onde já se viu querer prender golpistas de direita.

Terezinha Siet (Pato Branco, PR)

Para mim, o maior culpado da armação para a volta da extrema direita ao poder no próximo ano se chama Lula. Precisamos de um novo líder para a esquerda.

Andre Pedrosa (São Paulo, SP)

O golpe sendo reescrito. Agora com o Congresso inimigo do povo.

Laudgilson Fernandes (Rio de Janeiro, RJ)

Nunca vi um golpe sem arma. Essa narrativa já cansou e, infelizmente, prejudicou a muitos inocentes. Somos governados por pessoas consideradas criminosas por juízes e desembargadores que as julgaram. Sem contar a falta de credibilidade dos membros do STF.

Newton R. Zuppo (São Paulo, SP)

Não beneficia só Bolsonaro. Vai colocar milhares de criminosos nas ruas. E a direita, que vive criticando as “saidinhas” e a progressão penal, festejando.

Tadeu Roberto Corbi (São Bernardo do Campo, SP)

Pressão por ala do PL

Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição” (Painel, 30/4). Será que agora os senadores terão coragem de pedir o impeachment de alguns ministros do Supremo que extrapolam suas decisões?

Tania Tavares (São Paulo, SP)

Temos um novo Eduardo Cunha.

Ligia A. Barbosa (Salvador, BA)

Os ataques constantes ao STF são atos de represália às decisões sobre as emendas parlamentares. Na carona, bolsonaristas acrescentam processos contra os criminosos golpistas. Duas frentes se unem para golpear o Supremo.

Vilarino Escobar da Costa (Viamão, RS)

Desdobramento

Veto a Messias dá espaço para STF com maioria de indicações bolsonaristas caso Flávio vença eleição” (Política, 30/4). O presidente do Senado saiu menor do que Messias da sabatina, sendo usurpador da prerrogativa presidencial de indicar alguém para o cargo, sendo chantagista para emplacar seu favorito, sendo minúsculo ao retirar do Senado a chance de sabatinar o candidato sem resultado predefinido. Um show do tipo “marcado para morrer” fala mais sobre quem mata do que sobre quem morre.

Maria Ester de Freitas (Guarujá, SP)

Quando Lula disse que não indicaria amigos ao Supremo estabeleceu um critério. Ao ignorá-lo, transformou a escolha em teste de coerência. E perdeu. A rejeição de Messias foi uma consequência. Na política, até se pode errar. O problema é insistir no erro como se fosse estratégia.

Luciana Lins (Campinas, SP)


Se o notável saber jurídico é não só o conhecimento profundo do direito, mas amplo reconhecimento da comunidade acadêmica e jurídica, a rejeição de Messias, que nunca exerceu a magistratura, é justa. Além disso, como tem sido a regra, ele recorreu à religião, o que não é bom para a democracia.

Nildo Santos (São Paulo, SP)

Finalmente! É o começo de um Brasil sendo passado a limpo. Fora, Lula e seus cúmplices!

Arcangelo Sforcin Filho (São Paulo, SP)

Redução da jornada

A proposta da lei 6×1 reduz a jornada para 36 horas semanais, mas ignora a realidade fiscal do país (“Fim da escala 6×1 estará no centro dos debates no 1º de Maio, com esquerda e direita nas ruas“, Economia, 30/4). Para manter a operação, empresas precisarão contratar mais funcionários, elevando custos com salários e encargos. Diferente da França, que tem produtividade alta, o Brasil ainda patina. O resultado: pequenos negócios não vão suportar e fecharão. Antes de copiar modelos externos, o governo deveria focar em educação e produtividade. Sem isso, a lei não trará renda — trará falências.

Paulo Soares Sena, presidente do SindicalçadosSP (Sindicato do Comércio Varejista de Calçados de São Paulo) e diretor Suplente da FecomercioSP e CCV

O país não está dividido: a maioria da população é a favor do fim da escala 6×1.

Otto Cabral Mendes Filho (Jaboatão dos Guararapes, PE)

A briga deveria ser por menos impostos e encargos sobre os salários, revertendo-os diretamente na forma de aumento para o trabalhador.

Aluizio A. de Freitas (São Paulo, SP)


(“Mendonça decidirá sobre ação no STF contra projeto de Lula que acaba com escala 6×1“, Painel, 30/4). Mesmo o pior Congresso da história não terá coragem de votar contra a redução de 48 horas para 44 horas.

Francisco Paulo Almeida (São Paulo, SP)



Fonte.:Folha de S.Paulo

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